sexta-feira, 11 de novembro de 2011

VESTIBULAR
COMISSÃO PERMANENTE DE VESTIBULAR DIVULGA O EDITAL DO PSV 2012


A Comissão Permanente de Vestibular (COMPERVE/UERN) divulga o edital do Processo Seletivo Vocacionado 2012 (PSV 2012), com oferta de 2.472 vagas nos cursos de graduação da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. As inscrições serão realizadas no período de 09 a 30 de dezembro, exclusivamente pela Internet e as provas serão aplicadas nos dias 04 e 05 de março de 2012.

 Para realizar a inscrição, ao preencher o formulário on-line (que estará disponível a partir do dia 9/12), o candidato deverá concordar com as informações constantes no Edital e fornecer o número de seu CPF, condição exclusiva e obrigatória. As inscrições serão realizadas a partir das 9h do dia 09 de dezembro com prazo limite até às 23h59min do dia 30 de dezembro de 2011, observado o horário oficial local. O valor da taxa de inscrição é de R$ 110,00 (cento e dez reais).

A Comperve/UERN informa que houve um acréscimo de 126 vagas, com relação ao PSV 2011. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) autorizou a abertura do Bacharelado em Educação Física (30 vagas), e a Licenciatura em Letras/Língua Espanhola (16 vagas), turno vespertino, no Campus Central (Mossoró). Também foi criado o curso de Geografia (40 vagas), no Campus de Assu, e Letras/Língua Portuguesa (40 vagas), no Campus de Patu.

De acordo com o Edital do PSV 2012, 0s candidatos que se enquadram no Sistema de Cotas, que reserva metade das vagas para os estudantes que estudaram integralmente na escola pública, devem entregar a documentação exigida no período de 09 a 13 de janeiro de 2012.

Já os candidatos com direito à isenção de 100% do pagamento da taxa de inscrição são os que comprovem:

a) Ter cursado todo o Ensino Médio em escola pública do Estado do Rio Grande do Norte e ter concluído no biênio 2009/2010;
b) Ser aluno do 3º ano do Ensino Médio de escola pública do Estado do Rio Grande do Norte, em 2011, tendo também cursado o 1º e 2º ano desse nível de ensino no referido Estado em escola pública;
c) Ter cursado todo o Ensino Médio em escola privada do Estado do Rio Grande do Norte e ter concluído no biênio 2009/2010, na condição de aluno bolsista, e o valor da bolsa nos três anos (1º, 2º e 3º) tenha sido igual ou superior a 50% (cinquenta por cento) do valor da mensalidade escolar;
d) Ser aluno do 3º ano do Ensino Médio de escola privada do Estado do Rio Grande do Norte, em 2011, na condição de aluno bolsista, tendo também cursado o 1º e 2º ano desse nível de ensino no referido Estado nessa mesma condição, e o valor da bolsa nos três anos tenha sido igual ou superior a 50% (cinquenta por cento) do valor da mensalidade escolar;
e) Ser doador de sangue e ter efetuado, no mínimo, 3 (três) doações sanguíneas convencionais para instituições públicas vinculadas à rede hospitalar do Estado do Rio Grande do Norte, no período de doze meses anteriores à data de publicação do Edital de abertura do PSV/2012.

Para saber mais informações sobre a isenção de 50% da taxa de inscrição, grupos de provas, documentação exigida e demais prazos, acesse o Edital.

EDITAL PSV 2012 (utilizar preferencialmente o navegador Internet Explorer)

Fonte: site da UERN. 

Bolsas de formação atenderão 1 milhão de pessoas até 2014

Quarta-feira, 09 de novembro de 2011 - 16:11
Haddad, ao lado da ministra Tereza Campello, na abertura do encontro de secretários e prefeitos: “Precisamos oferecer à juventude e aos trabalhadores uma oportunidade de melhoria de condição de vida, aumento da produtividade e da renda” (foto: Wanderley Pessoa) Acordo de cooperação técnica firmado nesta quarta-feira, 9, em Brasília, cria a Bolsa-Formação Trabalhador, destinada a promover a capacitação profissional, a inclusão produtiva e a superação da pobreza. Inicialmente, serão oferecidas 60 mil vagas em cursos de formação, que devem ter início em 2012. Até 2014, a previsão de atendimento abrange 1 milhão de pessoas.

O acordo foi firmado pelos ministros da Educação, Fernando Haddad, e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, na abertura do Encontro de Prefeitos e Secretários Estaduais e Municipais sobre a Estratégia de Inclusão Produtiva Urbana do Plano Brasil sem Miséria. Esteve presente também o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Luppi.

As bases do acordo estabelecem a atuação conjunta do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do MEC, e o Brasil sem Miséria, do MDS. Segundo Haddad, o Pronatec permite a capacitação profissional e a preparação de pessoas para o mercado de trabalho. “Precisamos oferecer à juventude e aos trabalhadores uma oportunidade de melhoria de condição de vida, aumento da produtividade e da renda”, disse. “É isso que está no horizonte.”

A Bolsa-Formação Trabalhador, prevista no Pronatec, permite a trabalhadores e beneficiários de programas federais de transferência de renda a participação em cursos de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional. Os recursos para execução do programa provirão do próprio Pronatec e do Plano Brasil sem Miséria.

Para definir as áreas a serem atendidas, MEC e MDS verificaram a capacidade instalada de vagas em capitais e municípios com mais de 100 mil habitantes. Todas as unidades da federação serão contempladas.

Diego Rocha
Fonte:Portal do MEC.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE EDUCAÇÃO
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO DA INFÂNCIA


O PAPEL DA FAMÍLIA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA


  1. Respeitar o processo de alfabetização (aquisição da escrita e da leitura) da criança;
  2. Valorizar as atividades de casa, ressaltando a importância de cumpri-las no prazo estabelecido pelos professores;
  3. Permitir que as crianças desenvolvam as suas atividades de casa de forma autônoma, sem recorrer à cópia ou às respostas prontas;
  4. Possibilitar que as crianças reflitam/pensem no que estão fazendo, deixando que se arrisquem e escrevam, do jeito que conseguem. Depois, escreva ao lado ou abaixo o que elas pretendiam representar.
  5. Estimular a criança em seu processo de desenvolvimento e aprendizagem. Quando ela disser que não sabe escrever, insista dizendo: Você ainda não sabe escrever como os adultos, mas está aprendendo. Faça agora do seu jeito, que depois eu escrevo ao lado/abaixo.
  6. Responder ao que elas nos perguntam, quando insistem para escrever ortograficamente. Por exemplo, se perguntam como é o “CA”, diga que se escreve com um “C” e um “A”. Outra possibilidade é recorrer a uma palavra que comece com o mesmo som, fazendo, portanto, uma referência associativa.
  7. Ler de maneira natural, sem soletrar ou numa velocidade depressa demais. É interessante apontar com o dedo a parte do texto lida, para que a criança acompanhe, criando e entendendo, assim, as estratégias de leitura.
  8. Estabelecer uma rotina diária para a realização das atividades escolares. Determine um horário fixo para sentar junto da criança, ajudando-a na tarefa de casa, na leitura das histórias ou ao brincar com jogos.
  9. Auxiliar na coleta de materiais para as pesquisas, orientando sobre as formas de busca, as fontes e a seleção do material final. É importante que analisem juntos o material que será enviado à escola, para que a criança saiba o que estará levando.
  10. Lembrar de olhar e organizar a mochila e a lancheira da criança diariamente, tomando consciência dos avisos, das atividades de casa e dos objetos trazidos pela criança.
  11. Trazer a criança para as aulas, no horário combinado pela escola, para que a criança não se constranja por chegar atrasada ou por interromper as atividades que estão em andamento na sala.
  12. Evitar que a criança falte às aulas por qualquer motivo. Ausências constantes implicarão numa defasagem na aprendizagem da criança, em relação aos conhecimentos da turma.
  13. Procurar a escola, em caso de dúvidas ou necessidade de esclarecimento de alguma questão, bem como nas reuniões de pais e mestres.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

HISTÓRICO SOCIAL DA ESCOLA E FAMÍLIA
Nos séculos XVIII e XIX ocorreu uma transformação em diversos âmbitos, a educação nesse itinerário tomou novos rumos. A Revolução Industrial provocou mudanças nos modos de produção, e consequentemente, na vida cotidiana das pessoas. No Brasil só a partir do século XX há uma expansão do ensino, mas este era composto pelas crianças da elite, dos que detinham o poder econômico. Os filhos dos operários eram excluídos do processo educativo.
Devido à necessidade de criar espaços onde os filhos dos operários permaneçam de maneira integral, os industriários construíram escolas com objetivo de uma educação voltada para o cuidar, a pedagogia assistencialista. Onde muitos referenciam ao trabalho de Maria Montessori. A família via a instituição como um depósito, os laços entre escola e família eram vistos como irrelevantes para uma educação democrática.
Mediante o breve histórico supracitado é perceptível um ensino direcionado para a higiene corporal, enquanto a elite tinha um ensino voltado para o educar. Um caminho contrário.
Os profissionais que integravam o corpo docente não tinham formação e pouca experiência profissional no campo educacional. Eram personagens imperceptíveis na escola.
A família não mantinha um contato frequente com a instituição de educação, elas só depositavam seus filhos no ambiente com o intuito de depositar as crianças num local seguro.
Os elementos discutidos na História da Educação infelizmente persistem até os dias atuais. A dos profissionais não tem nenhuma formação adequada a sua área. O ensino, essencialmente, na Educação Infantil está norteado por práticas tradicionais e voltada para uma pedagogia assistencialista direcionada para o cuidar. A família ainda deve melhorar e muito sua efetiva participação nos problemas escolares, não devendo se esquivar dos momentos ruins e bons que a escola vivencia.  
A busca pela Educação qualitativa e não quantitativa deve ser um caminho trilhado por todos que estão envolvidos no processo educativo, e isto é essencial para um futuro mais igualitário.
Paulo Henrique Silva de Araújo.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011



AVALIAÇÃO E REGISTRO
A avaliação e registro são elementos indispensáveis para a prática da reflexão do professor, enquanto pressuposto favorável para reorganização e relatos das aulas. Tomei conhecimento da essência e importância da avaliação na sala de aula com a formação continuada ofertada pela UFRN, em parceria com as prefeituras municipais, o PROINFANTIL. Este deu suporte teórico e metodológico sobre esses elementos que estão inseridos hoje na minha docência na sala de aula. O Livro da Vida, técnica apresentada pelo professor francês Célestin Freinet como alternativa para registrar coletivamente os acontecimentos e atividades vivenciadas pelo grupo de crianças, propõe uma análise do trabalho empreendido no espaço educativo tanto pelo professor quanto pela criança. Sendo que de forma espontânea instigar a prática do registro no coletivo, proposto por Freinet, mas também individualmente. Desde do inicio do ano letivo venho realizando essa construção e reconstrução da prática de ensino, penso ser uma ferramenta indispensável para o profissional flexível diante das críticas e registros realizados. No qual este ano em muitos momentos tive que mudar algumas metodologias para atender as necessidades do público alvo. As fotos são demonstrações do registro que é feito de forma contínua na minha sala de aula por alunos na faixa etária de 5 anos de idade da Educação Infantil.
Paulo Henrique Silva de Araújo.
Bento Fernandes, RN.



quinta-feira, 3 de novembro de 2011


INCLUSÃO 
É aplausível a edição da Revista Nova Escola do mês de agosto deste ano sobre o tema inclusão nas escolas. Essa abordagem tem se tornado mais frequente devido à necessidade, que a escola vem apresentando com esse novo aluno que está sendo inserido na educação escolar. À medida que os avanços em relação a educação inclusiva estão em desenvolvimento os professores simultaneamente percorrem o mesmo caminho. O que é perceptível ainda é a ineficiência na formação desses profissionais envolvidos com essas crianças, na qual evidencia uma preparação voltada para o campo educativo de alunos com necessidades especiais. Algo que deve ser debatido nesse contexto é a estrutura das escolas que atendem essa demanda, a escola que leciono na Educação Infantil dispõe de boa parte dos ambientes favoráveis a inclusão de deficientes físicos, entretanto necessita ainda de reformulações no projeto. O trabalho com esse público na sociedade atual é uma exigência registrada em Lei Federal, então por que nossas escolas, a nível nacional, ainda passam por dificuldades ao receber essas crianças com necessidades especiais? Apesar das dificuldades encontradas pelo professor diante de uma criança com necessidades educacionais especiais é imprescindível no processo educativo incluí-las em diversos segmentos. Pois elas são capazes! A deficiência não é desculpa para excluí-la do grupo de alunos, pelo contrário, o profissional em parceria com a instituição tem o dever de envolver e respeitar as particularidades de cada indivíduo. É difícil, mas se todos derem as mãos e tomarem consciência da nova realidade social poderemos em breve galgar, sim, de uma educação qualitativa e inclusiva.
Paulo Henrique Silva de Araújo